
| Nome: José Geremias das Almas | ||

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A humanidade após a vinda do Cristo, posteriormente com o desenvolvimento tecnológico e científico, não vem resolvendo um problema sério ligado com sua própria freqüência vibratória. Deparamos hoje, com situações de baixa vibração, contribuindo assim para uma egrégora de baixo nível.
O termo egrégora provém do grego egrégoroi que designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade. A egrégora acumula energia de várias freqüências. Quanto mais poderoso for o indivíduo, mais força estará emprestando a egrégora para que ela se incorpore as dos demais.
O que podemos detectar hoje que a maioria da humanidade não eleva a freqüência vibratória do pensamento, através do amor desinteressado, pelo contrário, detectamos baixas vibrações de indivíduos sem amor próprio ou pelo próximo, cultivando dentro de si a raiva, ressentimentos, mágoas, tristezas, indiferenças, egoísmos, vaidades, buscando assim a separação e isolamento de si mesmo e do próximo.
Vocês já se deram conta de como vivemos no nosso dia a dia? Como passamos nosso dia a dia, pensando e agindo? Será que amamos desinteressadamente? Ou na maioria das vezes vivemos da raiva, dos ressentimentos, das mágoas, das tristezas, das indiferenças, dos egoísmos, das vaidades? Quais destas situações vivenciamos em nosso dia a dia: o amor ou ódio? O amor ou a indiferença?
Vigiai e orai. Vigiai é estabelecer o equilíbrio dos pensamentos e das atitudes, evitando pensamentos de raiva, ressentimentos, mágoas, tristezas, indiferenças, egoísmos, vaidades. Orai é estar livres dos pensamentos baixos, se concentrando, amando se doando. Assim disse Jesus: “Quando estiverdes orando, se tem alguma coisa contra alguém, perdoa-lha” (Marcos 11-25) e mais: “se estiveres apresentando tua oferta no altar, e aí lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali tua oferta diante do altar, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão, e depois vem apresentar tua oferta”, (Mateus 5:23-24).
Acreditamos que fazemos nossas preces corretamente, sendo elas o balsamo da salvação e do equilíbrio. Mas será que fazemos mesmo nossas preces corretamente, seguindo a máxima de Jesus Cristo?
Esquecemos que toda a prece para ter efeito é preciso que desliguemos de nossos pensamentos negativos, elevando nossos pensamentos de amor e fraternidade. O menor pensamento de mágoa não atinge os planos superiores, uma vez que não fazemos a re-ligação com a divindade. Pense nisto antes mesmo de fazer suas preces.
JOSÉ GEREMIAS DAS ALMAS
email: josegeremiasdasalmas@hotmail.com
Necessidades intrínsecas
As necessidades intrínsecas que possuímos de buscas de conhecimentos e aperfeiçoamentos é inerente a fé que provavelmente achamos que possuímos. Não basta somente achar que tem fé, é necessário possuir atos condignos de fé. É necessário ter determinação, boa vontade e interesse em se ter fé. Como podemos em sã consciência, invocar o nome do CRIADOR como sempre fazemos em nossas necessidades e dificuldades, somente para isto, nada mais; nunca invocamos nossa fé, conseqüentemente nosso CRIADOR quando estamos bem, não necessitando de nada, tudo está indo bem, ocorrendo como desejamos.
Perdão
O mais importante para que haja fé absoluta é necessário perdoar aos nossos inimigos, primeira regra básica e essencial. A fé verdadeira consiste inicialmente em pedir perdão para si mesmo, logo depois perdoar aos nossos inimigos. Muitas vezes o inimigo somos nós mesmos, e nunca percebemos isto, o inimigo que esta dentro de você.
Como é fácil, e essencialmente didático dizer: eu estou perdoando você na teoria, mas na prática pouco executamos, porque não é fácil perdoar, principalmente as ofensas recebidas no dia-a-dia. No Evangelho diz: “perdoar aos amigos é dar prova de amizade; perdoar as ofensas é mostrar que se melhora”.
Será que estamos melhorando através de nossa fé pujante? Mas o que vem a ser fé? A fé é um ato de cada um? A fé é a esperança de algo? A fé é a consagração da verdade absoluta? Por que fé? Vocês já perguntaram isto a vocês mesmos?
Confiança
Para se ter fé, uma fé verdadeira, é necessário ter confiança, acreditar e ter crença em nós mesmos, depois no CRIADOR. É a passagem onde o CRISTO cura uma pessoa, esta fica toda agradecida com o CRISTO, e ele diz quem te curou não fui eu, mas sim sua fé. Para qualquer pessoa atingir os parâmetros necessários da fé é preciso acreditar em si mesmo, ter vontade, ter determinação e bondade necessária para as realizações.
Não será possível conquistar algo, acreditando somente que outras pessoas poderão resolver os problemas que nos afligem. Deixamos sempre nossos problemas para os outros resolverem, nunca olhamos de frente e resolvemos, buscamos alguém para solucionar as coisas que nos afligem. É muito comum nas pessoas, elevarem os braços para o alto solicitando que não haja miséria, que não haja tanta discórdia, que não haja tanta violência no mundo. Mas quem destas pessoas parou e perguntou a si mesma: Será que eu não estou praticando violência contra meu próximo? Será que eu não estou levando outras pessoas à miséria? Será que eu não estou sendo maledicente com meu próximo? Será que eu me amo suficiente para amar meu próximo? Porque eu deixo as coisas acontecerem e não tomo as providências para que sejam resolvidas? Estas são relações necessárias para se ter fé.
Capacidade e determinação
A fé não está somente em acreditar no CRIADOR; a fé está essencialmente na capacidade e determinação do criador, que veio para estimular o conhecimento, a fraternidade e a igualdade. A fé não somente move montanha, ela move “corações”, enquanto se acredita e trabalha para isto. Tudo tem sua hora de serem, as coisas não acontecem por acaso, tudo tem uma justificativa de ser e de estar. A fé é um ato do ser existente e não somente um ato de estar momentaneamente no ser existente.
A verdadeira fé está dentro de cada um de nós, na prática do bem, nos pensamentos sublimes e nas evocações verdadeiras. Não podemos acreditar que a fé é somente um ato divino, vindo do CRIADOR, coisa não muito verdadeira, não sendo isto que DEUS quer, pelo contrário, DEUS quer mostrar que o homem em sua sabedoria tem condições de conquistar sua fé através dos pensamentos e atos positivos e de trabalhos positivos. Não adianta a pessoa menosprezar seu próximo e depois pedir a DEUS que auxilie em sua caminhada e busca das realizações supostamente divinas.
Perdão
Para conquistar a fé absoluta devemos praticar o perdão, o perdão necessário para que DEUS na sua onipresença nos perdoe; isto porque, somos seres humanizados, duros, exigentes e inflexíveis, guardando dentro de nós uma breve ofensa, ofensas estas que recebemos dia-a-dia; neste contexto, queremos que DEUS esqueça nossas ofensas, porque todos os dias necessitamos de indulgência, mas não esquecemos quem nos ofende. A fé é um ato sublime de cada um, um ato que consiste em se elevar, se conciliar com DEUS e com o próximo. O ato de fé é um ato de esperança e de bondade dos seres existentes, aproximando uns aos outros a divindade suprema.
Temos a fé como uma necessidade de realização e não uma realização como necessidade de fé. Almejamos conquistas através da fé para satisfazer nosso “eu”, e não para satisfazer nossas compreensões mais significativas, a esperança de pessoas melhores, isto porque, DEUS já nos deu um plano melhor, um plano satisfatório, nós que fazemos o plano em que habitamos e não o plano que habitamos nos faz. É o mesmo que acreditar que o CRIADOR estabeleceu as misérias, as desigualdades sociais, criando ricos e pobres; pelo contrário, nós seres de grande sabedoria criamos as regras para este plano.
Natureza
A natureza tem suas regras próprias, que não são regras prejudiciais aos seres humanos, mas nós, conhecedores que somos da natureza, manipuladores que somos, estamos destruindo a natureza e na maior naturalidade afirmamos que isto é obra de DEUS. E este Ser Supremo na sua magoa contra nós, está nos castigando, esquecendo que são nossos próprios pensamentos e atitudes que está levando ao caos em que estamos vivendo. A natureza através de sua “fé natural”, a fé intrínseca a ela mesma, vem demonstrando seu desgosto contra os atos e pensamentos humanos de destruição, não o revanchismo, mas a defesa de sua condição natural.
Atos e atitudes
Isto tudo é fé, a fé que devemos ter em nós, em nossos atos e atitudes. Conquistaremos a fé promissora quando pararmos de termos atos egoístas, atos individualistas, porque dia-a-dia estamos nos tornando seres individualizados, máquinas de fazer maldades, uma sociedade de seres maldizentes. Quantos de vocês, na sua sapiência absoluta dizem: Eu jamais perdoarei! Com isto, está pronunciando a sua própria condenação! Pela falta de fé, de esperança e de bondade.
Imagem refletida
Se você acredita e tem fé, olhe para o espelho e veja sua imagem refletida, perguntando a você mesmo até onde você deve ir como você pode se ajudar para depois ajudar seu próximo? Como você pode alcançar seus objetivos, se o caminho é espinhoso e nebuloso? As respostas estão dentro de você e de seus atos. A fé não se adquiri, se conquista com trabalhos e pensamentos positivos, não somente no CRIADOR, mas em nós mesmos e em nossos atos. Vamos mudar a sociedade terrena, quando todos se unirem num verdadeiro caminho de fé, de esperança e de trabalho.
JOSÉ GEREMIAS DAS ALMAS
VISÃO DE DEUS
Como é difícil para um simples mortal falar sobre uma Entidade, se assim podemos designar. Procurando pesquisar o tema nos livros, cheguei á seguinte denominação: princípio supremo considerado pelas religiões como superior à natureza ou porque não ser infinito, perfeito, criador do Universo. Os filósofos mediante suas exposições atribuem duas qualificações fundamentais a Deus: a de Causa e a de Bem.
A de CAUSA, Deus é o princípio que torna possível o mundo ou o ser em geral; a de BEM, é a fonte ou a garantia de tudo o que de excelente há no mundo, e, sobretudo no mundo humano.
Será que são meras definições de princípio, fonte ou garantia de tudo? DEUS e seus significados ortodoxos pouco têm importância; a importância de tudo isto está na essência primeira, aquela que nos deixa completamente em estado de confusão latente, não sabendo realmente o que está correto: as definições ou nossos sentimentos. As dúvidas não são somente quando descobrimos o mundo real; as dúvidas são fontes reais do ser humano, quando de passagem no plano material.
Como um ser de tão fabulosa genialidade pode “construir” o universo tão perfeito em toda sua extensão e amplitude? Como este mesmo ser pode ter tido a idéia de criar dois mundos? Neste caso específico: o material e o espiritual, para aqueles que acreditam nisto, não sendo céticos de que o planeta terra é o centro do universo, e a vida somente se resume neste plano.
A máquina mais perfeita do universo, muitos achará absurda esta afirmação: o corpo humano material e o corpo fluídico espiritual, suas renovações e inovações, sua mecânica, sua engenharia, suas perfeições e imperfeições. Quantas indagações e concepções têm a realizar meu Deus!
Sempre teremos dúvidas? Claro que sim, porque não aprendemos ainda, a coisa mais sublime e perfeita que é a fé. É incoerente de qualquer forma acharmos que este plano, o plano em que vivemos e nos qualificamos para um plano melhor, é o único plano existente, e que somos os únicos seres no universo.
Quem somos? Para onde vamos? É estranho que muitos ainda acham que Tu, Entidade tão Sublime, Soberano por excelência, pode ter criado uma entidade tão poderosa como Tu? Ou ela se alto criou e denominou o chefe do plano terreno? Tu criaste tudo o que é bom! A beleza, a bondade, a igualdade e a fraternidade.
Para que criastes o ser das maldades sublimes? Ou somente foi estratagema para se manter o domínio através do medo, da falta de compreensão e da intolerância? Aí foi necessária a criação do chefe do plano terreno e suas maldades sublimes ou são conseqüências de nosso livre arbítrio (arbítrio – resolução que depende só da vontade), aquilo que decidimos por nossa conta e responsabilidades.
Aqueles que acham que Deus na sua maior majestade criou alguém para dividir seu trono, o trono verdadeiro da moral, da integridade, da tolerância, da fraternidade, estão corretos. Ele nos criou a sua imagem e semelhança.
Aqueles que acreditam que há uma entidade tão poderosa como Deus, estão enganados, isto porque Deus não é um ser maldoso ou que não tem nenhum escrúpulo como muitos pensam. Deus é amor, paz e fraternidade! Ou somente são tratados teológicos que procuram de toda a forma explicar existência de Deus e sua criação.
Como pode a criação que desenvolveu tudo isto, ter desenvolvido a miséria de seus filhos? Qual a explicação Pai Todo Poderoso, para isto? O fim não existe, na sua forma primeira, o que existe é a falência do espírito para um dado período da história, nada mais.
A criação da miséria é atributo à própria raça humana, e não ao criador. A ele cabe a justiça, não a vingança que todos desejam. O Amor é tão sublime, que supera as forças negativas que muitos acham que Deus criou para dividir seu trono de bondade.
Deus não gosta do que vê, mas a decisão da melhoria está dentro de cada pessoa e não é uma decisão de cima para baixo, uma decisão que não cabe a Deus, mas a cada ser em estado de evolução. Veja, quando nos reunimos, nos juntamos em um único ser elevamos os pensamentos, efetivamos a re-ligação com uma eficiência constante. Precisamos melhorar ainda mais nossos pensamentos, unir nossos pensamentos ao divino.
Não é possível a Deus intervir todas às vezes nas dificuldades que nós mesmos criamos, escolhemos e nos colocamos. Vocês acham que o Pai criou o rico e o pobre? Vocês acham que o Pai cobra de qualquer de seus filhos bônus pela posse da terra, uso dos recursos nela existentes?
O que fazemos com o plano que nos foi confiado? Destruímos sem dó ou qualquer coerência. Será que Deus não é este chão que pisamos? Será que ele não é a luz que nos clareia dia-a-dia? Será que ele não é a água que bebemos? Será que Deus não é os olhos que enxergamos? Será que Deus não está em cada um de seus filhos sendo ele de todos os reinos? Será que Deus não é o primeiro suspiro de vida? E o último suspiro para a morte?
Por que há dúvida em Deus? Pare, olhe fixamente para frente, com fé e determinação que você verá realmente Deus! Ele é onipresente, a primeira coisa que nós seres vivos sentimos. Não tenha dúvida, Deus está em tudo e em todos. Qual a melhor definição e descrição para Deus são nós mesmos, eu não sei porque tanta dúvida.
A maldade é fruto de nossos pensamentos e atitudes cotidianas. A existência de ricos e pobres é determinações próprias. Nós criamos a divisão, a exploração, a vingança, esquecendo do mandamento maior: o amor fraternal. Se vocês acham que eu não estou certo veja o que estamos fazendo ao nosso próximo, ou melhor, a nos mesmos. Veja o que estamos fazendo no chão que pisamos; é a destruição de todos os lados, é a destruição pelas atitudes e pensamentos.
A miséria moral e existencial quer atribuir a responsabilidade de nosso fracasso a Deus; em nossa mente fria e malévola achamos que o chefe das maldades tem mais poder do que Deus, esquecendo que nossos pensamentos é a força, não somente da expressão cotidiana, mas da vontade de cada um.
Não foi difícil falar Dele, pelo contrário, muito fácil, porque ele estava, desculpe-me, está na caneta que eu estava escrevendo, no papel que estava recebendo as primeiras impressões, na cadeira que eu estava sentado, no livro que eu estava folheando.
Deus! Ele estava tão presente que fui olhar no espelho e vi a imagem refletida, lembrando da imagem e semelhança. Deus está dentro de nós, dentro de nosso ser, não existindo diferença de intensidade de sua energia de um ser para outro, sendo sempre semelhante, distinguindo somente pela própria consciência e ato de cada um.
Não foi tão difícil falar Dele, porque a sua residência tem endereço certo: nossa própria existência e sapiência. É estranho que você comece a falar, conseqüentemente a escrever, vem uma idéia atrás da outra.
Vendo desta forma, Deus é o princípio de tudo e de todos, não se fala mais nisto; coisa que demorará muito para a ciência desvendar, ou seja, para os homens desvendarem enquanto estiverem com os olhos vendados.
Foi tão fácil e louvável falar de Deus, que realmente reconheci uma coisa: a falta de fé e de compreensão de minha parte, isto foi mais significativo e difícil, reconhecer meu erro, porque Deus é amor, não precisando procurar mais definições para isto, foi necessário somente um momento de reflexão, de paz e eu cheguei a seguinte conclusão: Deus para sempre. Caminho, verdade e evolução.
NATAL

Apesar dos apesares mais um ano esta partindo em nossas vidas tão festivas para uns e tristes para outros; farta para uns e minguada para outros. Um ano bom um ano ruim, um ano de bondades e um ano de maldades. Estranho estar falando disso numa data tão significativa, mas necessário e verdadeiro. Muitos estão esperando entrar o novo ano, para ver melhoras significativas em todos os sentidos da vida: material e espiritual.
A cada ano que passa estamos deixando para trás velhos e preconceituosos hábitos, buscando renascer novos e fortalecidos hábitos de bondade, de amor e de fraternidade. Nascendo novos conceitos, novas atitudes, novos pensamentos.
Estamos, com grande sabedoria e sem exceção, deixando para trás alegrais e tristezas. Sofremos, mas estamos aprendendo com nossos sofrimentos. Estamos evoluindo, buscando com a evolução nossos aperfeiçoamentos moral e espiritual. Estamos buscando a essência maior do Cristo, seus ensinamentos, seus passos, sua caminhada através do amor fraternal e sincero.
Cada ano que passa, um novo ciclo é completado em nossas vidas, sendo caminhado passo a passo com a sincera fraternização e orientação do Cristo Cósmico, para que busquemos um próximo ano próspero, repleto de amor, de humildade e compreensão.
À toda humanidade desejo um feliz natal, um próspero ano novo na seara do Criador, de suas orientações e realizações.
Pai José Geremias das Almas

As pessoas que não são realizadas buscam fazer mal aos outros. Estas pessoas não estão em si mesmas, sem amor próprio, sem felicidade, a única felicidade encontrada é falar mal e fazer mal ao próximo como a si mesmas.
Pessoas que buscam fazer o mal, tornando isso uma constante, tem em sim mesmas o complexo de Édipo, achando que são os melhores e os maiores frente ao próximo, frente ao Criador.
A maledicência é o objetivo central destas pessoas cuja inferioridade uniu-se ao desejo de superioridade na busca constante de impingir sofrimentos aos outros, sejam homens, animais ou vegetais, buscando com isso o seu próprio valor existencial e material.
A maneira que estas pessoas encontraram de se sentirem satisfeitas e realizadas é buscando através das pessoas que elas julgam serem menores a sua própria valorização.
Fazendo este mal buscam ficar bem, esquecendo que do mau pensamento, do desejo do mal ao próximo, praticado com satisfação, estes males retornam a si mesmas, porque enquanto não vê as pessoas para baixo como se desejou, não se sentem satisfeitos, realizados, ficando frustrados, para baixo e recebendo todo o mal que enviaram.
Estas pessoas não gostam e não desejam que outras pessoas brilhem desejando somente que o brilho delas seja a única luz vista e sentida por todos. O brilho de outras pessoas incomoda aquele que deseja e pratica o mal.
O verdadeiro homem de bem, de valor e de amor tem luz própria – é sol. Este verdadeiro homem não busca incessantemente fazer que seu próximo seja lua, diminuindo ou apagando as luzes de seus irmãos para brilhar onipotentemente. O verdadeiro valor está em si mesmo não precisando ultrajar o próximo para fortalecimento de seu ser.
O verdadeiro homem do bem não pratica o mal, busca eliminar os maus pensamentos e as más atitudes. Não busca falar da vida alheia, impingir sofrimento ao próximo. Pessoas de más tendências e viciosas tem como prática constante a maledicência. Como o Cristo disse não é o que entra pela boca que faz mal, mas sim o que sai às palavras e pensamentos são instrumentos de construção e destruição dos homens.

Quem de nós utiliza das palavras como recurso precioso para construção do verdadeiro amor, da fraternidade e da esperança, buscando com isso levar palavras de conforto, de amor ao próximo, sentem-se bem, em paz.
Contrário disso, as pessoas que sempre buscam as palavras de sofrimento ao próximo, falar mal da vida alheia, esquecendo de suas próprias vidas, vivendo em função de degradar o próximo, vivem num estado de pesar.
Cabe a cada um de nós o bom senso, não dando vazão aos maus sentimentos, fazendo que estes maus sentimentos virem ódio ao próximo, sentimentos estes que retornarão a si mesmo, prejudicando todo seu equilíbrio e sua vida, porque nunca conseguirá ver seu próximo destruído tanto quanto destrói a si mesmo, se destruindo através da maledicência – fazendo constantemente mal a si mesmo através de seus pensamentos, porque quando não consegue atingir seus objetivos sofre e busca aumentar a dose como forma de destruição se destruindo ainda mais, entrando num círculo vicioso de se sentir mal e por esse motivo fazer mal a outros, e fazendo mal aos outros piorando a si mesmo.
JOSÉ GEREMIAS DAS ALMAS
Está chegando o dia que a humanidade se compreendera. Não haverá mais barreiras de línguas, costumes e tradições. Um único povo, num único sistema, interagindo. Existirá um único corpo. O corpo fraternal onde todos se integrarão, sem discórdia, sem violência, sem vaidades, sem orgulhos, somente amor. Um mundo planejado pelo Criador.
Não existira mais miséria, intrigas, infelicidades, mas amor ao próximo como a si mesmo.
Haverá um mundo, não um mundo utópico pregado por Tomas More, se analisar verdadeiro. Mas o mundo das verdades, das fraternidades, das felicidades e do amor. O mundo das justiças e não das injustiças. O mundo de todos, não somente daqueles que se acham poderosos e nada são. O mundo onde possamos ser livres dos verdadeiros pensamentos, das atitudes verdadeiras, da verdadeira moral e da ética.
Estamos na transição. Estamos destruindo o velho homem e construindo o verdadeiro e novo homem, forte, honesto, fraternal e sincero. Estamos rompendo com as tradições, com falsa religiosidade. Estabelecendo o verdadeiro panteísmo a verdadeira fé, a fé no Criador. Aquele que nos emprestou um plano de existência e sapiência para cuidamos e administrarmos. Mas em nossa forte e ambiciosa agonia, buscamos o sofrimento a maledicência, o caminho do sofrimento de nossa existência.
O domínio do forte pelo fraco irá acabar, porque o plano uniu um só corpo, uma só alma. O equilíbrio da raça forte sobre a raça fraca se existe. Verdade seja dita, não existe isso. Existem homens e homens. O fraco de hoje será o forte de amanhã. O covarde de hoje será o valente de amanhã.
Somos um único corpo. O corpo da criação. O corpo da evolução. Somos a tríade: mente – matéria – espírito, em estado de evolução juntamente com o plano que está estabelecido e contido.
Destruímos para perceber a verdadeiro valor da construção. O verdadeiro valor do amor.
Amor rompe barreiras. O amor é pura energia. Não entendemos o verdadeiro amor. Nem os filósofos antigos, que procuravam dissertar sobre o amor compreenderam o verdadeiro amor. O Amor é mais puro que o próprio pensamento. O verdadeiro amor, quando toca o pensamento, muda as atitudes, muda o homem, muda a vida, muda a energia do plano que estamos contidos.
Muitos entendem o amor pelo relacionamento de corpos. Não! Amor é relacionamento de almas, de virtudes, de conhecimento. O verdadeiro amor não escolhe, não critica, não faz intriga, não destrói, mas constrói, busca a verdadeira harmonia, que está dentro de cada um.
O mundo se transformando através da própria destruição; destruição que cada um estamos impingindo a nós mesmos a ao plano que estamos estabelecidos, através de pensamentos, atitudes e atos. Constrói-se um verdadeiro plano, estabelecendo uma energia verdadeira de amor e de fraternidade.
A verdadeira essência do amor esta em cada um. Somos fugazes em dizer que aqueles que erram, que praticam atos de selvageria, de maldade não possuem o amor em si. Eles ainda não compreendem o amor, mas chegarão lá. Possuem, são pessoas que estão caminhando, aprendendo a lição, a dura lição de vida, buscando seu Eu interior. São pessoas que ainda estão em processo de conhecimento. Para elas impingir o sofrimento ao próximo é uma satisfação incompreendida, mas que vai se sanando dia a dia, quando vai se depurando e se conhecendo.
Porque destruímos nosso plano? Plano de vida? Aquilo que o Criador nos emprestou? O que ele cobrou de nós? NADA! Somente que olhássemos por aquilo que foi criado, manifestado: mente – matéria –espírito, uma única força em si para si. Uma compreensão que devemos ter de nos mesmos para nos mesmos.
Destruímos para satisfação própria e pelo poder do controle. Esperamos que a destruição somente foi maléfica, não benéfica a ninguém e até mesmo a nós. Porque destruímos animais, plantas e minerais, pelo puro prazer de querer mais – nossa insatisfação constante pela busca do poder e da dominação.
Quem domina quem?
O amor domina tudo. Domina todos. Não se vence o inimigo com o ódio, mas com amor, com determinação. Vence-se pela sua própria aceitação, não em dominar, mas em amar.
A lei de evolução é a lei da salvação. A lei de evolução é puro amor que constrói e rompe barreiras.
Vença você mesmo. Não espere que o amor venha a você. Sinta ele dentro de você. Ai sua vida mudará numa constante e tudo se realizara. Não espere do próximo, espere de você mesmo. Não odeie. Ame, assim modificaremos a energia deste plano que estamos. Evitando que entidades maléficas tomem conta através dos ódios, das maledicências, das intrigas, da invejas.
Mude você para mudar o próximo e para mudar a energia do mundo, uma energia mais pura, saudável e louvável a todos – fraternal.
FREI DAMIÃO
Os demônios fazem parte do cotidiano da humanidade. Criamos nossos próprios demônios, e com isso acabamos não lidando e controlando eles. Eles assolam a humanidade, as relações familiares, as relações de trabalhos, as relações sociais e a relações religiosas.
DEUS não precisa de preocupação, pelo contrário, nós que o preocupamos. Devemos sim ter preocupações com as forças negativas que nos assolam e destrói. Devemos sim amar a Deus com todas as nossas forças, assim ele nos suprira com seu amor e sua bondade sempre que solicitarmos. Se somos servos vencedores porque então a humanidade está as voltas com as forças negativas? Forças essas que não devemos buscar compreender. Como vencer o inimigo se não conhecemos suas táticas nem suas investidas? Não é somente com fé que iremos derrotar aqueles que nos assolam, mas com bondade e determinação, além de conhecimento de nós mesmos e daqueles que nos cercam. Porque não devemos entender as forças negativas, somente as forças positivas, pois as próprias forças positivas e negativas buscam se compreender.
Não devemos só nos preocupar com nossas necessidades, devemos nos preocupar em aprender e evoluir, buscando conhecimento, aquele conhecimento que Jesus Cristo nos deixou e a ciência vem nos promovendo. Muitas questões não foram reveladas, porque a humanidade daquela época não era preparada para aquelas revelações, porém hoje a humanidade compreende melhor as relações; compreende mais seu desenvolvimento. O próprio Jesus Cristo foi atentado pelos demônios. Seus próprios demônios e os demônios da humanidade? Sofreu tentações, teve que entender as relações do mal, para compreender toda sua trajetória, do que ele ia passar as tentações mundanas do mundo. Voltando a Jesus Cristo que teve que entender tudo sobre as forças do mal para saber como resistir aos demônios, porque não devemos fazer isso? Estamos numa nova era num novo contexto. O plano de lá pra cá evoluiu muito.
As pessoas evoluíram. Não tentar entender qualquer manifestação é um erro nosso, saber por que vamos a um médico, que quer nos operar de qualquer sintoma, o primeiro passo nosso é entender o porquê e como ficará depois. Ou vamos deixar operar simplesmente por operar? Quando construímos uma casa, queremos entender toda sua infra-estrutura e sua superestrutura, para no futuro, se necessário for darmos uma manutenção, saberemos o que fazer, e o que é necessário.
Quer dizer que devemos ouvir, mas não questionar. Devemos ver as coisas e não aprender com elas. Devemos ficar apáticos, parados e estacionados. Não foi isso que Jesus Cristo transmitiu. Por isso vemos homens e mulheres voltados para ciências, buscando a luz da razão, para trazer mais conhecimento e esclarecimento à humanidade. Assim evoluímos. Claro, que se for para o aspecto ético-moral, deixamos muito a desejar. Precisamos sim entender as forças do mal, para combatê-las com eficiência e eficácia. Devemos sim seguir o que Jesus Cristo disse Orai e vigiai. Por que devemos orar e vigiar? Devemos só entender mecanicamente ou existe todo um processo na oração e vigília que devemos compreender para aplicar além de nossa fé verdadeira?
José Geremias das Almas
Quem são eles? Onde vivem? Como vivem? Procurando entender o significado da palavra demônio. Do Grego: daimónion; pelo latim: daemoniu. Nas religiões consideradas judaico-cristãos, se trata de um ser intermediário entre o homem e Deus, descrita como espírito do mal.
Para os gregos, pode-se tratar também de um ser benigno. Segundo Platão, Sócrates comunicava-se com um espírito invisível chamado daimon, tendo o demônio como outra definição: repleto de conhecimento ou a capacidade de reter vastos conhecimentos por toda uma existência. Para os orientais os demônios seriam todas as criaturas tidas como místicas ou espirituais, não essencialmente de natureza maligna.
Os demônios em antigas culturas, como: Pérsia, Egito, Mesopotânia e até mesmo Israel, há uma diversidade de espíritos malignos que levava a culpa pela destruição de habitações e plantações, pelas inundações e incêndios, de doenças, pragas, ódios e até mesmo guerras. Em todas as culturas será possível encontrar demônios e suas maldades. Na atualidade, em diversas áreas do saber consideram os demônios como frutos da imaginação.

Muitos consideram os demônios como o deus do mal e ao mesmo tempo é parte inseparável do deus do bem, pois um não pode existir sem o outro e juntos, respondem pela mesma fé que formaram as religiões, as quais hoje movem ou condicionam os atos da humanidade em defesa de ambos.
Para enteder a descrição demônios, precisamos entender o que é ectoplasma (do Grego Ektós: por fora + plasma: molde ou substância). Na Biologia é uma parte periférica do citoplasma. Na Parapsicologia é uma substância visível que emana de pessoas especiais.
Verifica-se com isso que o ectoplasma seria o plasma utilizado por entidades espirituais, materilizando-se um corpo etéreo, por sua vez não poderia ser visualizado de maneira convencional. Constatasse que o ectoplasma nos fenômenos mediúnicos são moldados pelo espírito a partir do plasma existente no corpo material em transe.
Desta forma, quando visualizamos entidades deformadas, nada mais é aquilo que eles querem que nós vejamos, mas que na verdade aos olhos destreinados, vemos: chifres, garras, corpos de animias e aí vai, nada mais é que o ectoplasma sendo transformando de acordo com o pensamento desejado.

Respondendo o questionamento acima: Quem são eles? Onde vivem? Como vivem? Os demônios somos nós e eles mesmos; desencarnados e encarnados e todas as criaturas sobre a terra. Cada um é demônio, assim como também é um anjo. Nós seres humanos temos dentro de nós uma capacidade de gerar o mal, que faria qualquer demônio mitólogico se esconder com medo.
Também temos a capacidade para o bem, para a caridade, para sentimento puro. Em nome de Deus pode-se exercer os mais benevolentes atos ou as maiores atrocidades. Os demônios se manisfetsam e influeciam cada um desses atos; eles estão dentro de cada um de nós, nos influenciando, nos assediando e aí, sempre buscando o caminho do mal – nossos demônios, nossos parceiros, aquilo que vibramos e pensamos. Semelhante atrai semelhante.
Após a morte, o que se altera é que não existe mais o corpo material, mas o corpo espiritual continua sendo o mesmo que sempre foi, em aperfeiçoamento moral e intelectual. Se tivermos uma pessoa vil, está pessoa será vil até aprender que não encontrará nada a não ser o retorno daquilo que plantou. Somos aquilo que pensamos e desejamos. Os demônios somos nós, quando não atraímos eles, de acordo com que pensamos e vibramos.
JOSÉ GEREMIAS DAS ALMAS
A palavra Milagre vem do verbo latino mirare, que significa admirar-se, maravilhar-se. É fato que tem caráter extraordinário, fora do comum, a sua realização é atribuída à onipotência divina, é considerado como um ato de intervenção divina.
O milagre é um acontecimento considerado fora do comum, faz com que muitos duvidem, mas eles ocorrem diariamente dentro de nós. O milagre é um fenômeno da alma e do divino, seguindo as leis estabelecidas pelo Criador.
Os milagres são acontecimentos que ocorrem dentro das Leis da Física, da Química e da Biologia. Leis estas criadas e mantidas pelo Criador, sendo o Criador perfeito, não haveria motivo para questionamentos, uma vez que elas próprias derivam da perfeição.

Jesus disse: "Não há nada escondido que não venha a ser revelado, nem oculto que não venha a se tornar conhecido" (Mateus 10.16b).
Todos o milagres tem como finalidade conduzir os seres humanos ao Criador de forma extraordinária. Na época de Jesus pode-se constatar vários milagres, mostrando assim seu poder sobre a doença, a natureza e até mesmo sobre a morte. Em nenhum momento Jesus se utilizou de seus poderes para benefício próprio.
Tudo aquilo que não se encontra explicação nas Leis da Natureza será explicado com base na ciência; em vista disto, sendo que o conhecimento humano atual ainda não é capaz de explicar todos os eventos da criação e de seu Universo.
Os milagres e as comunicações com pessoas ditas mortas por meio da mediunidade, seguem rigorosamente as leis divinas, que poderia ser explicada com base nas leis naturais, onde se verificará que nada tem de sobrenatural.
Não esqueçamos que tudo segue rigorsamente as leis divinas, o qual todos estamos sujeitos querendo ou não. Desta forma, quando desejamos e operamos isso com fé através de nossas preces, os milagres se realizarão.
JOSÉ GEREMIAS DAS ALMAS
Email para contato: josegeremiasdasalmas@hotmail.com

Estamos terminando mais um ciclo em nossas vidas. Um ciclo de amor e evolução. Muitas tristezas passam por nossas vidas. Muitas alegrias também. Perdemos e ganhamos, mas evoluímos. Dia após dia aprendemos que a união fraternal é o caminho do amor. Viemos e trouxemos considerações através de temas para discussões e aprofundamentos de cada um, buscando mostrar quem somos como devemos agir e como agem no plano extra-físico. Fecharemos o ciclo de amor e fraternidade que este trabalho se propôs, fazendo com que todos citão a presença do Cristo Cósmico dentro de cada um e que cada um tenha um final de ano repleto de amor, felicidades e alegrias. Elevando o pensamento ao Criador, vos deixo a mensagem: PAI DE TODA MISÉRICORDIA E DE AMOR. ILUMINE A TODOS, PARA QUE TENHAM UM NOVO COMEÇO, UM COMEÇO CHEIO DE PAZ, DE AMOR E DE TRANQUILIDADE. UM ANO DE AMOR E PROSPERIDADE. PAI DE TODA A SABEDORIA, BONDADE E AMOR DE NOS FORÇA PARA CAMINHARMOS EM SEU NOME. PAI DE TODA SABEDORIA E QUE TUDO VE, NOS DE TRANQUILIDADE E PERFEIÇÃO PARA PODERMOS AGIR E SE ELEVAR A CONDIÇÃO DE HOMENS DO BEM. QUE A LUZ DE VOSSA BONDADE ENTRE NOS LARES, NOS DANDO HARMOINIA, FORTALECIMENTO E CRECIMENTO MORAL E ESPIRITUAL PARA ENFRETARMOS UM NOVO DIA, UM NOVO ANO. PAI QUE A SUA LUZ MISERICORDIOSA HABITE EM CADA UM DE NÓS. QUE NOS DE FORÇA PARA AGUENTARMOS AS INDIFERENÇAS, AS INJUSTIÇAS E QUE NOS DE TRANQUILIDADE EM NOSSA CAMINHADA. QUE VOSSA LUZ, MEU PAI NOS DE O CAMINHO, AFASTANDO DE NÓS, NOSSOS ORGULHOS, NOSSAS VAIDADES. QUE VOSSA LUZ NOS UNA NUM ÚNICO CORPO, O CORPO E UM SÓ CORAÇÃO; O CORPO E O CORAÇÃO DO AMOR E DA BONDADE, NA CAMINHADA FRATERNAL. QUE TUA PAZ IRRADIE SOBRE NÓS, A ESPERANÇA DE VENCERMOS AS DISCÓRDIAS, OS ÓDIOS. QUE SUA ALEGRIA NOS PREENCHA E NOS CONTAGIE. AGRADECEMOS POR ESTE ANO MARAVILHOSO PAI, QUE O ANO QUE ESTÁ CHEGANDO, SEJA MAIS BELO, MAIS CHEIO DE AMOR, BONDADE E FRATERNIDADE. QUE AS INDIFERENÇAS DESAPAREÇAM QUE APAREÇAM AS BONDADES O AMOR E PERFEIÇÃO. EM SEU NOME MEU PAI AGREÇO POR MAIS ESTE ANO, PEDINDO QUE NOS ILUMINEM NO ANO QUE ESTÁ POR VIR, NOS DANDO FORTALECIMENTO, PACIÊNCIA, PAZ E AMOR.
Senhor, desses caminhos cor de neve
De onde desceste um dia para o mundo,
Numa visão radiosa, linda e breve
De amor terno e profundo,
Das amplidões augustas dos Espaços,
No teu Natal de eternos esplendores,
Abriga nos teus braços
A multidão dos seres sofredores!...
Que em teu Nome
Receba um pão o pobre que tem fome,
Um trapo o nu, o aflito uma esperança.
Que em teu Natal a Terra se transforme
Num caminho sublime, santo e enorme
Se alegria e bonança!
Apesar dos exemplos da humanidade
Do teu amor a toda a Humanidade,
A Terra é o mundo amargo dos gemidos,
De tortura, de treva e impenitência,
Que a luz do amor de tua Providência
Ampare os seres tristes e abatidos.
(...)
E em teu Natal, reunidos nós queremos,
Mesmo no mundo dos desencarnados,
Esquecer nossas dores e pecados,
Nos afetos mais doces, mais extremos,
Reviver a efeméride bendita
Da tua aparição na Terra aflita,
Unir a nossa voz à dos pastores,
Lembrando os milagrosos esplendores
Da estrela de Belém,
Pensando em ti, reunindo-nos no Bem
Na mais pura e divina vibração,
Fazendo da humildade
Nosso caminho de felicidade,
Estrada de ouro para a Perfeição!
Psicografado Chico Xavier
EM NOME DO CRISTO CÓSMICO VÓS AGREDEÇO.
JOSÉ GEREMIAS DAS ALMAS
Email para contato: josegeremiasdasalmas@hotmail.com
Você conversa com Deus? Conversa quando está bem ou quando está com problemas?

Grande parte de nossas vidas passamos com problemas de infelicidade. Não conseguimos reconhecer um pouco da felicidade de forma alguma. Quando reconhecemos, somente temos alguns lampejos de felicidade; na maioria das vezes nós convivemos com problemas que não sabemos lidar ou muito menos solucionar, e aí procuramos por Deus, mas nunca conversamos com Deus descompromissadamente de problemas.
Conversamos com Deus somente quando estamos com problemas. Nosso erro é que na maioria das vezes não sabemos conversar. Quando estamos bem, não lembramos da sua existência, de sempre agradecer pelas coisas boas ou más que sempre estão as nossas voltas. Quando estamos maus, criticamos, não aceitamos sua benevolência. Que Pai que é esse que permite eu passar pelo o que estou passando?
Nunca dizemos: “Obrigado Pai por não ter dado certo um negócio que estava realizando hoje, mas amanhã sei que será um dia melhor”. Estranho, agradecer por um dia ruim. Por que não? Porque só devemos agradecer as coisas boas, esquecendo que as coisas ruins fazem parte de nossas vidas, de nosso desenvolvimento e aperfeiçoamento pessoal e coletivo. Nossas vidas são mais cheia de acontecimentos ruins do que bons, mas as coisas boas que ocorrem superam as coisas ruins de nosso dia a dia.

Conversar com Deus é um ato individual e constante que devemos ter a cada segundo, a cada minuto, todo o dia. Deve ser uma conversa sincera e fraterna, agradecendo a tudo, mesmo que seja ruim, porque Ele sabe que amanhã será melhor.
A conversa não se dá somente através da oração, mas sob qualquer pensamento que tenhamos em nosso dia a dia, a qualquer momento quando nos dirigimos o pensamento ao Criador. Podemos dizer que quando elevamos o pensamento ao Criador é uma forma de agradecimento, de oração do dia, que elevamos ao Grande Pai. O pensamento de elevação ao Criador, de coração aberto, sincero e fraterno, atingirá fronteiras do bem, através de vibrações cósmicas, não conhecidas pelo plano material.
Pense no Criador, em todos os momentos, que receberá sempre sua benção.
JOSÉ GEREMIAS DAS ALMAS
Email para contato: josegeremiasdasalmas@hotmail.com
Tema que apresenta muitas controvérsias, assunto triste de se discutir, mas que se faz necessário. Não conseguimos compreender esta passagem que todos temos que passar – o final de cada um: a morte – viver e morrer.
Em algumas culturas se faz a discussão e outras até festejam a morte. Mas na grande maioria das culturas não se discute, por acreditarem que a morte é assustadora, mas necessária a todos os seres que se compõem de roupagem material.
Para muitos a morte – perda da vida – se assim podemos dizer, é o fim, acabou a existência, nada mais existindo após a vida. Pessoas e Pessoas têm visões distorcidas e praticam o mal acreditando que com a morte tudo se acaba, por isso devem aproveitar bastante, mesmo que isso seja ultrajar outras pessoas, até mesmo o planeta – contrário do bem.
Possuímos grande ilusão em pensar desta forma: com a morte não se acaba. A morte nada mais é que um processo de transição que todos passamos, querendo ou não, compreendendo ou não.
O importante é que todos saibam que se tudo termina com a morte, qual realmente o valor da vida? Viver é morrer, posteriormente renascer, são processos da criação, que vem de encontro à nossa própria evolução. Nesta caminhada conseguimos ir acertando tudo aquilo que não foi acertado antes, o que ficou pendente em nossas vidas – presente, passado e futuro, uma única linha em nossas vidas.
Agir e pensar, que após a morte tudo se acaba é pensar que somos os únicos no universo: planeta Terra, além dele, nada mais existe. Perguntamos que Deus é este que criaria um único planeta habitado neste imenso universo e faria com a que a morte fosse o fim de tudo. Que sentido tudo isso teria ou faria em nossas vidas?
A morte é uma seqüência da vida, que buscaremos ter em outra dimensão, outros conhecimentos e outras influências, que nos fará ser um ser melhor.
JOSÉ GEREMIAS DAS ALMAS

Amigos como nos tornamos tão pequenos quando nos fazemos pequenos. Vim a este mundo em uma família extremamente rica e poderosa. Éramos um casal, sendo eu o mais velho, onde toda atenção tínhamos. Meus pais tudo faziam para nos educar, dando tudo, desde as melhores escolas, roupas mais caras e de grife, livros, carros e viagens... tudo que vocês possam imaginar. Talvez tenha sido um erro de meus pais, de vez de nos ensinar a pescar, nos deu os peixes e nunca aprendemos o verdadeiro valor da vida.
Mas para mim nada disso era suficiente, eu sempre queria mais e mais. Meu egoísmo tomou conta de mim, buscando sempre ser o centro das atenções. Mas dentro de mim um turbilhão se formava, insatisfações se avolumavam. Eu não dava mais conta de mim mesmo, não sabia como preencher este grande vazio dentro de mim. Nada mais me satisfazia – nada.
O vazio foi tomando conta. Sentia-me preterido, nada estava bom, a apatia foi tomando conta e carência se elevou as esferas mais ruidosas.
Não sabendo mais conter este turbilhão, esta insatisfação, aos doze anos comecei a fumar um simples cigarro, a beber um simples copo de cerveja. Percebi que isso preenchia meu vazio, me completava e me dava satisfação.
O cigarro me queimava por dentro, mas me acalmava; a bebida descia gelada, alimentando meu estômago onde ele pedia cada vez mais e mais. Quanto mais eu fumava e bebia mais leve eu ficava, mais eu queria. A sensação de vazio sumia e me sentia forte e único, nada me atingia. Grande ilusão a minha, fui me tornando um dependente da depressão e insatisfação incontida.
Mas isso começou a me deixar mais insatisfeito, precisava mais e mais. Passei a tomar bebidas mais fortes e fumar cigarros um atrás do outro sem cerimônia. Tudo isso começou a tomar conta de mim. Até que um dia conheci uma turminha bacana, que curtia de tudo fazia de tudo, tudo em nome do amor e da felicidade. Eles me entendiam, sentiam-se como eu. Eu não era mais o “bicho raro” do qual as outras pessoas sentem medo. Identifiquei-me com o grupo, começou a curtição, sexo com qualquer um, drogas. Experimentávamos de tudo quanto era tipo de porcaria. Não tinha mais limite. Tudo para conter minha insatisfação e meu turbilhão interior.
Cada vez que me sentia insatisfeito, não compreendia minha existência, mais eu me drogava, mais procurava companhias que satisfaziam os meus mais perversos apetites. Nada mais estava bem, nada mais me satisfazia. Deixei tudo, fui me entregando ao mundo “das trevas”. Não via mais luz, única coisa que queria ver e sentir era minha insatisfação contida, nada mais, era bom sentir pena de mim mesmo e ao mesmo tempo me sentir forte, ou melhor, pensar ser forte.
Foi indo, meus pais me internaram numa clínica, não adiantou nada; aquilo somente piorou, porque eu não queria aquilo, não queria ver a verdade, ver a luz, queria estar nas trevas, na escuridão, queria me drogar me sentir bem, aliviado, porque pelo menos por algumas horas de minha vida tudo se acalmava, eu viajava, estava bem. Tudo que minha família fazia para ajudar eu interpretava como uma afronta... Pensava apenas que queriam me moldar a imagem que eles achavam certa.
Foi piorando e piorando cada vez mais, fui me envolvendo cada vez mais e mais com as sobras. Um dia a minha insatisfação foi maior, eu estava tão tomado de insatisfação, rancor, ódio por tudo e por todos, resolvi dar uma viagem mais longa, injetando uma droga mais forte.
Naquela noite a viagem foi maravilhosa e duradoura, esqueci tudo, de todos os problemas e insatisfações. Após longa viagem inesquecível, comecei acordar, a sentir a reação e ver sobras e sombras.
Via a minha frente um corpo inerte, gritava para ele se levantar, quando me dei conta vultos e mais vultos negros me rodeavam. Cercavam-me, gritando comigo, me machucando, sentia o ódio que eles carregavam por mim e eu por eles. Foram me envolvendo de tal forma que me levaram direto para o buraco, meu calabouço, minha morada daí para frente.
Permaneci ali por muito tempo, preso às lamentações, às necessidades mais vis, aos vícios, às insatisfações e aos turbilhões, que não sumiram ou acalmaram, pelo contrário, pioraram ainda mais, não tendo forças para sair, pois necessitava da bebida, das drogas, dos atos libidinosos para me aliviar e fortalecer.

Com o passar do tempo, sofrimentos e sofrimentos impostos pela minha atitude, deixaram-me completamente desfigurado, um farrapo. Os “vultos negros” ditos amigos, me ensinaram a como buscar o alimento, encostado nos encarnados, intuindo eles às bebidas, às drogas, ao sexo, tudo que eu precisava para me satisfazer.
Passei anos e anos sugando energias encostando e levando pessoas ao buraco. Tinha uma satisfação mórbida em fazer isso, ver as pessoas em farrapos, tirando-lhes tudo, dando-lhes a ilusão de que as bebidas, as drogas, o sexo nos deixam bem. Podendo fazer à vontade, sem controle, sem amor.
Mas a força daqueles que nos amam verdadeiramente é mais forte que tudo isso. Comecei a me sentir insatisfeito com a situação, aquilo não mais me preenchia, pelo contrário aumentava ainda mais o vazio, quanto mais aumentava mais eu precisava sugar, eliminar, aleijar e aí por diante, para manter meus vícios e meu controle sobre mim mesmo.
O manto negro tomou conta de mim. Passei a comandar falanges de amigos negros, mesmo fazendo tudo isso, vivendo tudo isso, não estamos esquecidos. Sempre tem alguém olhando por nós. A minha insatisfação abriu a porta para a luz entrar, não entendendo porque, um dia parei, comecei a chorar verdadeiramente, coisa que eu nunca havia feito... Passei dias e dias chorando, sentindo meu ser se esvair, até que eu levantei a cabeça e pedi àquele que eu sempre reneguei. “Pai me dê uma nova chance, mas me ajude a entender porque da minha insatisfação, porque destes desejos, destes turbilhões”.
Uma pequena luz surgiu, como se me sugasse para fora daquele ambiente, quando me dei conta estava fora, meu corpo tremia, sentia dores e mais dores, estava todo descontrolado, aquela luz foi aumentando me acalmando, me aconchegando, me acolhendo, me dando sono, e pela primeira vez dormi e não sentia mais nada.
Não preciso me alongar muito, porque não é este o meu objetivo e força do meu interesse, mas sim mostrar a vocês que eu fui acabando com minha vida quando deixei a insatisfação e turbilhão tomar conta de mim, sem ter coragem de enfrentá-lo. Fiz o contrário do que se deve, busquei formas alternativas de alimentar estas insatisfações. Comecei fumar, a beber e a jogar veneno dentro de mim. Até que meu descontrole foi fatal, dei fim a minha vida, não resolvendo nada da minha insatisfação ou descontrole, ao contrário piorou cada vez mais.
Hoje, após muitos anos de tratamento e elevação, me propus ajudar o próximo como a mim mesmo. Mas nestes anos todo de depuração e busca do conhecimento e elevação percebi que o maior problema era eu mesmo, comigo mesmo, que a minha insatisfação se deu pela falta de amor próprio, pela carência e pela falta de felicidade, coisa que estavam todas dentro de mim e eu nunca consegui enxergar.
Meus amigos, drogas, bebidas, libido descontrolado, somente leva ao descontrole e a insatisfações, porque quanto mais se busca isso, mais precisa e mais insatisfeito se fica. Aí as sombras tomam conta, porque elas se alojam em você, se nutrindo de toda esta energia podre, necessária a manutenção desta orla.

O que quero deixar aqui para vocês meus amigos é que o melhor caminho para combater a insatisfação, o turbilhão, é buscar em você mesmo o amor próprio, a felicidade e o fortalecimento, encarando os problemas. O melhor caminho é o caminho do amor, da verdade, onde você aprende a se conhecer e se controlar, aceitando você mesmo, suas limitações, suas necessidades, suas carências e aprendendo a lidar com cada uma delas a seu tempo, com paciência, e avançando todo dia nesse caminho, onde terão dias que não se cansará e terá dias que tropeçará. O importante é saber se levantar e continuar.
Todos têm necessidades, estamos evoluindo, saindo de um estágio de nossas vidas e partindo para um melhor. Uns são mais fortes que outros, por isso estamos aqui, para ajudar uns aos outros, porque somos todos filhos do mesmo pai.
A minha mensagem a cada um de vocês é esta. Se ame. Seja feliz por você, não espere que os outros façam a sua felicidade. Não procure a felicidade e o amor fora de você, isso sim é insatisfação e ilusão.
Agradeço a DEUS a oportunidade de ter passado esta mensagem a cada um de vocês, que ela sirva a vocês como serviu a mim, seu amigo...
JOSÉ CARLOS DOS CAMPOS REIS FILHO

A natureza se agonizando e o homem não se aplicando.
Para que serve realmente a natureza? Para nos servir, nos consolar, nos alimentar... Ou somente um objeto de uso de nós homens racionais...
As plantas, minerais e os vegetais são irracionais? Não sentem? Não têm vida? Ou eles nos dão vida? Se nos dão vida, para que então sermos tão irracionais com as plantas, minerais e os animais?
O que é para nós homens: Plantas? Minerais? Animais? Para que eles servem realmente? Para serem mutilados? Agonizados? Estropiados? Dilacerados? Ou amados e protegidos, sendo somente utilizados quando necessário para nossa existência.
Nós homens, dotados de racionalidade e poder de destruição e dominação, acreditamos sermos donos das plantas, dos minerais e dos animais? Somos realmente donos disso tudo ou somos parceiros numa mesma existência

As plantas, minerais e os animais fazem com que nós homens nos sintamos importantes, quando deles nos beneficiamos, nos aproveitamos, sem nada em troca dar-lhes. Única coisa que nós homens damos é o sofrimento e a destruição.
As plantas, minerais e os animais absorvem todas aquelas energias ruins e negativas que possuímos ou adquirimos no dia a dia, principalmente quando estamos tristes e para baixo, elas nos fazem felizes, sem nada receber de nós. Contrários de nós, não sabem agradecer esta dádiva. Se não acreditam em mim, pare na frente de uma árvore, sinta a presença de um animal, sinta um mineral e verificará o quanto se aliviou, o quanto sua energia foi renovada.
As plantas, minerais e os animais não nos deixam sozinhos, sempre estando ali para nos servir e ajudar, fazendo de nossas vidas uma alegria constante. Mas nós sim os deixamos sozinhos, não cuidando, não conversando, não amando, acreditando que eles estão ali por estar, não somos companheiros numa mesma evolução, todos evoluímos, isso é a Lei de Criação.
As plantas, minerais e os animais não aplicam a violência contra sua própria espécie e contra os homens, diferentemente dos homens que aplicam a violência contra sua espécie, contra plantas, minerais e animais, sem consciência alguma, acreditando que eles estão ali para isso, servir e não ser servido.
As plantas, minerais e os animais estão aqui para nos auxiliar na evolução, tocando nossos corações, nos divertindo e alegrando nas horas tristes, nos fornecendo alimentos de qualquer espécie, carregando as mais duras cargas, sejam elas materiais ou espirituais, eliminando de nós as energias negativas.
Enchem nossos olhos de alegrias as plantas, minerais e os animais, ver as suas mais diversas formas de beleza.

Mas de que serve realmente a natura, se a maltratamos, não amamos e cuidamos dela? Descontamos todas as nossas frustrações e tristezas nas mais diversas espécies que são frágeis ao domínio do homem.
Abandonamos a natureza à sua própria sorte, desmatando, poluindo, matando todas as espécies ali existentes, sem dor, sem dó, com o único prazer de dominar. A natureza é sábia por si só, ela se renova se regenera, mas algumas espécies não têm a mesma sorte, estão desaparecendo, são espécies importantes para nós homens racionais.
Estamos nos afastando de nossa própria existência, quando abandonamos a natureza, quando dela dominamos e sugamos sem controle, deixando-a a esmo, não conseguimos mais encontrar o equilíbrio necessário e desejado entre racionais e irracionais. Quem é quem nesta história?
Não respeitamos os “sentimentos” das plantas, dos minerais e dos animais, porque nós homens acreditamos que eles não têm por serem considerados irracionais. Se eles absorvem toda nossa energia negativa, pra nos deixar bem, será que realmente não têm sentimentos...

Se fores um ser verdadeiramente racional, voltado às coisas do bem, da criação, olhará dentro dos olhos da natureza e verás o quanto ela tem sentimentos, o quanto ela necessita de nós, de nosso companheirismo, de nossa amizade e de nosso amor. O que será de nós sem a natureza, sua força, seu equilíbrio. Sem plantas, sem minerais, sem animais para nos consolar.
Não espere chegar o dia em que não verás mais nada, não terá mais nada para alegrar seus dias; chorará de saudades, mas não chores de arrependimento por ter feito nada, buscado o equilíbrio e o amor e o companheirismo de nossa mãe natureza que tudo nos dá.
Somos todos um único corpo, somos todos espécies do mundo da criação. Somos todos cria da criação divina, estando todos aqui para ser um corpo de união e ajuda e de amor.
Quando nós seres humanos considerados racionais, aprendermos a respeitar todos os seres da criação como a nós mesmos, ninguém mais precisará mostrar-nos, ensinar-nos e educar-nos a amar nosso semelhante como a nós mesmos.
CACIQUE SETE FLEXAS DOURADAS
Musica: Debora Blando - Unicamente
VOVÓ TEREZA DE ARUANDA

Lá dos cantos de Aruanda vinha uma negra a cantar.
Brilhos nos olhos e sorriso a desejar.
Negra de Aruanda, sensata da senzala, filhos a criar.
Buscando tranqüilidade, no chicote do feitor foi se desmontar.
Alegria constante quando de negrinhos foi a cuidar.
Negra sensata da senzala, casa grande foi parar.
Austera e altiva de crianças brancas passou a se responsabilizar.
Crianças negras e brancas, negra velha passou a orientar.
Faltava leite nas sinhás, mãe negra passou a amamentar.
Negra sem lei mãe negra passou a cuidar.
Quando anoitecia negros da senzala ia cuidar.
Com amor e carinho seus ferimentos do dia cuidava para amenizar...
Negros afoitos dela ouviam conselhos a se acalmar.
Histórias da Aruanda passou a contar.
Esperando justiça daquele que nunca ia faltar...
Negra sensata da senzala veio desencarnar...
Tristezas deixou no ar.
Voltando a terra com felicidade veio cuidar...
Sem cor, sem corpo aqui voltou a ficar...
Orientando filhos e filhas a caminhar...
Negra sensata da senzala o amor há de eternizar.
Vovó Tereza de Aruanda nunca deixou de trabalhar
Seus filhos sempre aprenderam amar
Negra sensata da senzala o fim está para chegar.
Chegando a hora de seu lugar de sossego pegar.
Negra sensata da senzala a casa grande divina voltará.
Que a paz da criação as voltas com os filhos chegará
Negra sensata da senzala aqui deixa os filhos em paz
Que o amor supere o ódio em todos os lugares.
Vovó Tereza de Aruanda que o amor sempre se eternizará.
PAI MANE DE ARUANDA
Texto recebido por e-mail...
OBS AOS LEITORES: Caros amigos o poste anterior causou repercussão, gostaria de deixar claro a vós que respondi a todas as duvidas no mesmo poste, peço que se dirijam aos comentarios do poste anterior para ver a resposta as duvidas sobre sofrimento.
Atenciosamente: JOSÉ GEREMIAS DAS ALMAS
E-mail para contato: josegeremiasdasalmas@hotmail.com
Música: Rod Stewart - Faith Of The Heart